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	<title>Curiosa Idade &#187; Cristina Dias Brito</title>
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	<description>Berçário, creche e jardim de infância Linda-a-Velha Carnaxide</description>
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		<title>Filosofia para Crianças</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Oct 2013 22:24:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Dias Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Uma escola melhor não fabrica adultos; perpetua a idade dos porquês», defende Celeste Machado, investigadora com formação na área da Filosofia e a finalizar o seu doutoramento sobre o tema “Educar para/o Pensar”, na Universidade de Aveiro. Idealiza um conceito de escola onde as crianças aprendem a raciocinar, julgar, ter sentido crítico e a tirar...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h2>
<p><strong>Crianças a fazer filosofia. Mais do que possível, é recomendável e até imprescindível. Objetivo: formar futuros cidadãos com pensamentos autónomo e consciência social.</strong></h2>
<p>Uma escola melhor não fabrica adultos; perpetua a idade dos porquês», defende Celeste Machado, investigadora com formação na área da Filosofia e a finalizar o seu doutoramento sobre o tema “Educar para/o Pensar”, na Universidade de Aveiro. Idealiza um conceito de escola onde as crianças aprendem a raciocinar, julgar, ter sentido crítico e a tirar partido das maravilhas da sua inteligência. Uma escola que se aproxima mais de um laboratório do que do tradicional auditório. No contexto destas correntes, programas pedagógicos como a <strong>Filosofia para Crianças</strong>, ganham protagonismo. Criado no final dos anos 60, tem conquistado professores, pais e alunos em todo o mundo. Os seus benefícios são claros e estruturantes, com aplicações na vida escolar, mas também no dia a dia das crianças que adquirem, assim, ferramentas para se tornarem adultos que fazem a diferença.</p>
<h2>Aliados Naturais</h2>
<p>Ao contrário do que se possa pensar, as crianças reúnem condições excelentes para a prática da Filosofia. A sua capacidade de espanto, a noção de que os seus conhecimentos são limitados e a fome de se quererem conhecer e compreender o mundo são aspetos facilitadores. Mas foi só em 1969 que o americano Matthew Lipman se lembrou de os associar. Enquanto professor de Lógica na Universidade de Columbia, não se conformava com o fraco desempenho em termos de raciocínio dos seus alunos. Equacionou a hipótese dos hábitos de pensamento poderem ser trabalhados e treinados como as restantes matérias, desde muito cedo. Lançou a ideia, criou uma instituição e desenvolveu materiais e uma metodologia que ainda hoje continua a ser seguida. O programa <strong>Filosofia para Crianças</strong> não é uma versão menor nem infantilizada da Filosofia.</p>
<p>«Não se pode confundir com o ensino da história da Filosofia. Este projeto aposta na prática do exercício filosófico», explica Maria Figueiroa Rego, uma das grandes especialistas portuguesas nesta área. Um programa que ganha especial urgência face à diversidade e rapidez de acesso à informação que as novas tecnologias proporcionam. «O nosso cérebro é malabarista. Mas se na horizontalidade estamos a conseguir abranger mais estímulos em simultâneo, estamos a perder na verticalidade do aprofundamento», alerta a investigadora da Universidade do Porto. Em Portugal, desde os anos 80, a Filosofia para Crianças tem ganho terreno vagarosamente. Com muito pouco material publicado em português, falta apostar numa formação mais profissional e numa partilha mais efetiva de experiências entre os vários intervenientes.</p>
<p>Ao longo de todo o país, surgem novos projetos e pessoas interessadas em mostrar as grandes vantagens de uma generalização da sua prática. Sem dados oficiais relativamente ao número de escolas que a incluem como conteúdo programático, é unânime a necessidade de uma aposta na investigação. Os envolvidos concordam que é uma área a potenciar. Quando se questionam as crianças sobre a utilidade das sessões de Filosofia, obtêm-se respostas incentivadoras: «Aprendi a ouvir as outras opiniões e percebi que os pensamentos são ideias infinitas«; «Fiquei mais adulta»; «Agora, quando a minha mãe me pergunta alguma coisa, já tenho as palavras na ponta da língua».</p>
<div id="attachment_2373" class="wp-caption alignnone" style="width: 520px"><a href="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/10/filosofia-criancas.png"><img class="size-full wp-image-2373" alt="filosofia criancas" src="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/10/filosofia-criancas.png" width="510" height="383" /></a>
<p class="wp-caption-text">Uma escola melhor não fabrica adultos; perpetua a idade dos porquês&#8230;</p>
</div>
<h2>Espaço de Liberdade</h2>
<p>O Externato Grão Vasco, em Lisboa, foi uma das escolas pioneiras na introdução da Filosofia para Crianças como atividade de enriquecimento curricular. Rogério Cândido, professor com formação na área há 12 anos, descreve: «Procuro fazer a aula num espaço diferente, às vezes até ao ar livre, para que se possam sentar em círculo. É importante o contacto visual». Habitualmente, inicia a sessão com a leitura partilhada de uma história filosófica. No fim, as crianças colocam perguntas, pondo o dedo no ar, esperando a sua vez e respeitando a vez dos outros. A partir do leque de questões, devidamente identificadas no quadro, fica com o mapa de interesses do grupo. Parte para a reflexão e discussão. «Quando estamos numa sessão de Filosofia para Crianças, despimos o papel de professor. Não é fácil. É um desafio», descreve Rogério Cândido. Mas o seu papel é muito importante, pois é ele que ajuda a aprofundar o diálogo entre os participantes e que aponta contradições que surjam na conversa. O enriquecimento é bilateral, como o próprio reconhece: «Das coisas mais estimulantes que há é assistirmos a uma criança que começa a pensar por si, a argumentar, questionar, a revelar curiosidade. E é muito gratificante sentir que no início só o fazem a custo e que depois já lhes é natural».</p>
<p>Dina Mendonça fez o mestrado em <strong>Filosofia para Crianças</strong> com o próprio Matthew Lipman, o criador do programa.<br />
Com um percurso único, dá formação, cria materiais, faz intenso trabalho de campo e lidera a recém-criada associação Brincar a Pensar. Divulgar e incentivar a prática deste programa, promover ações de formação e sensibilização são alguns dos seus objetivos. Alerta para uma questão importante: «Fazer filosofia não é conversar sobre temas interessantes. O que as crianças fazem é mesmo incrível. Passa por aprender a perguntar porquê nos momentos corretos, a pensar em contra-exemplos, quando alguém está a tentar convencer-nos de alguma coisa, a procurar contradições e consequências das nossas afirmações e das nossas convicções». E acrescenta: «Isto não se faz em duas sessões; só a longo prazo. Mas o que eles aprendem aqui não aprendem em mais nenhuma situação». Sedentas de fazer perguntas, as crianças encontram, nesta «comunidade de investigação», um espaço de liberdade e democracia. «Podemos dizer o que queremos e nunca está errado», refere um dos alunos do professor Rogério. É um dos únicos tempos de escola em que não estão a ser avaliados, o que lhes permite serem eles próprios e dizerem o que verdadeiramente pensam. Além disso, no aprender a ouvir os outros e no debater respeitando diferentes pontos de vista, ganham competências cívicas importantíssimas.</p>
<h2>Resultados Inspiradores</h2>
<p>Como Maria Figueiroa Rego explica: «Além do pensamento crítico, o programa de Filosofia com Crianças trabalha o pensamento criativo, muito mais próximo do fazer, imaginar e realizar. Sem esquecer um terceiro pilar – o caring thinking – a capacidade de agir em comunidade, em prol de um bem comum». Quando regressou dos Estados Unidos, onde trabalhou com Lipman, lembra-se dos primeiros anos em que aplicou o programa e das reações dos que a rodeavam. «Quando as crianças transitavam do primeiro para o segundo ciclo, os professores que os recebiam ficavam impressionados com a bagagem que elas levavam. Com a sua capacidade de intervir, de assumir a responsabilidade pela sua aprendizagem, com a participação nas aulas, o interesse em investigar, os hábitos de partilha da informação, a forma como se relacionavam uns com os outros e como questionavam os professores e os colegas».</p>
<p>Os pais também sentem vantagens. «Noto que o Tomás desenvolveu o gosto pela intervenção e participação nos mais variados assuntos e projetos, nunca deixando de dar a sua opinião. Toma a iniciativa de comentar assuntos da atualidade, mesmo entre adultos, sem qualquer tipo de inibição. Ainda revela alguma dificuldade em esperar pela sua vez de falar, mas interiorizou a noção de que todos devem ter uma palavra a dizer», descreve Margarida Ascenção, mãe de uma criança que frequentou sessões de Filosofia durante cinco anos.</p>
<p>Cláudia Philippart, outra mãe, também partilha a sua vivência: «Acho muito importante o desenvolvimento da capacidade de raciocinar e questionar. Estas práticas permitem às crianças diferenciarem-se. Cria-lhes vontade de saber mais e ajuda-as a conhecerem-se melhor a si próprias e aos outros. E habitua-as a estarem à vontade para exprimir as suas opiniões, mesmo que sejam completamente contrárias às dos outros, percebendo que a sua lógica vale tanto como a do vizinho».</p>
<p>Os estudos comprovam a melhoria da capacidade de raciocínio, da aptidão para a leitura, da capacidade matemática e o aumento da autoestima. Resultados que não se limitam à escola. Observa-se que são crianças mais sensíveis e atuantes em várias áreas, como o cuidado com o ambiente e a atenção aos animais.</p>
<p>Maria Figueiroa Rego resume: «Os objetivos desta metodologia não se prendem apenas com o progresso a nível escolar. São mais ambiciosos. Em última análise, e não querendo ser demasiado utópica, o que se pretende é criar nas crianças hábitos de intervenção na construção de um bem comum». E especifica: «Extravasa as paredes de uma sala de aula, os limites de uma escola. As competências que são desenvolvidas são transdisciplinares». Entidades de referência como a UNESCO e a Unicef recomendam o programa de <strong>Filosofia para Crianças</strong> como uma prática a adotar nas escolas, o mais cedo possível. Em funcionamento em mais de 60 países em todo o mundo, está a assistir-se na Europa a um enorme dinamismo e vitalidade, através do surgimento de vários projetos, novas metodologias e criação de materiais próprios.</p>
<p>Em Portugal, o futuro mantém-se uma incógnita. «Gostava que a nova geração fosse educada com esperança, com a certeza de que há muito, muito para fazer. E como há tanto para fazer, é importante que sejam mesmo bons. Era, por isso, muito importante haver o reconhecimento da necessidade deste tipo de programas», defende Dina Mendonça. A investigadora Celeste Machado também concorda que a Filosofia é um dos caminhos: «Se concebermos a Filosofia como uma interrogação constante e uma contínua provocação na descoberta de nós próprios e do mundo, que melhor instrumento poderíamos encontrar para estimular as crianças a despertar para a complexidade que nos rodeia? Que melhor recurso poderíamos achar para a formação de futuros cidadãos, capazes de traçar os seus próprios caminhos e de construírem um mundo melhor?» .</p>
<div id="attachment_2374" class="wp-caption alignnone" style="width: 520px"><a href="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/10/filosofia-criancas-2.png"><img class="size-full wp-image-2374" alt="filosofia criancas" src="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/10/filosofia-criancas-2.png" width="510" height="383" /></a>
<p class="wp-caption-text">Além do pensamento crítico, o programa de Filosofia com Crianças trabalha o pensamento criativo, muito mais próximo do fazer, imaginar e realizar.</p>
</div>
<h2>Filosofia para crianças nos Açores</h2>
<p>Em 2007, um grupo de investigadoras da Universidade dos Açores, submeteu ao Governo Regional o pedido de financiamento para uma investigação original: levar a Filosofia a turmas do primeiro ciclo do Ensino Básico de várias ilhas do arquipélago. O projeto CRIA (Criatividade e Reflexão para a Infância Açoriana) foi aprovado e a aventura começou. «A experiência de contacto com as crianças, de as ver descobrir o prazer de pensar filosoficamente, de questionar e procurar respostas válidas e fundamentadas, tornou-se apaixonante», confessa Gabriela Castro, investigadora responsável.</p>
<p>No início do próximo ano letivo, será lançado um livro que congrega os resultados destes três anos do projeto e outras iniciativas estão já previstas. «Escolas, associações de tempos livres e grupos de jovens contactaram-nos para desenvolvermos sessões de Filosofia para Crianças e estamos a preparar os protocolos necessários para o desenvolvimento dessas atividades em 2010/2011», relata Gabriela Castro.</p>
<p>Para um futuro menos imediato, têm até como projeto, em conjunto com o Governo dos Açores, introduzir Filosofia para Crianças, nas escolas da Região Autónoma dos Açores, como uma atividade integrada nos currículos regionais.</p>
<p>Gabriela Castro conclui: «Tem que se ter a noção de que não é mais um espaço de transmissão vertical de conteúdos programáticos. A Filosofia para Crianças privilegia o exercício livre, crítico e criativo do pensamento. Um modo de pensar rigoroso e fundamentado, que convida à construção ativa de perspetivas próprias e esclarecidas. Só assim as novas gerações se tornarão autênticos cidadãos, conscientes, críticos e participativos».</p>
<h2>O que se pratica</h2>
<p>São imensas as competências trabalhadas pela <strong>Filosofia para Crianças</strong> ao longo dos anos. Aqui ficam alguns exemplos.<br />
- Precisar o que é vago e ambíguo, raciocinar por analogia, detetar falácias, pensar por meio de silogismos;<br />
- Dar e pedir boas razões, dar e pedir exemplos e contraexemplos, problematizar, auto corrigir-se, potencializar a imaginação;<br />
- Estabelecer relações entre conceitos, precisar semelhanças, definir conceitos filosóficos;<br />
- Escutar e respeitar os outros, cuidar do crescimento dos outros, dialogar, inferir visões do mundo, ter auto controlo.</p>
<p>Escrito por Ana Sofia Rodrigues</p>
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		<title>Timidez na Infância</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Sep 2013 01:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Dias Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A timidez é comum na maioria das crianças, tendo em conta certas circunstâncias em que manifestam maior ou menor vergonha, sendo esta atitude completamente natural ao seu desenvolvimento mental e afetivo. Esta característica pode ser uma tendência consequente do receio de ser avaliado negativamente por parte dos outros. Muitos investigadores consideram que a falta de...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h2>
<strong></strong></p>
<p><strong>Comportamentos tais como roer as unhas, ter as mãos transpiradas, ser retraído, passivo e ter dificuldade em relacionar-se com colegas da mesma idade, são indícios de timidez.</strong><br />
<strong> Porém uma criança tímida não está condenada ao insucesso social. Com a ajuda adequada, pode até usar esta particularidade como trunfo.</strong></h2>
<div id="attachment_2325" class="wp-caption alignnone" style="width: 520px"><a href="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/26SET_ARTIGO_IMAGEM1.png"><img class="size-full wp-image-2325" alt="timidez curiosa idade" src="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/26SET_ARTIGO_IMAGEM1.png" width="510" height="384" /></a>
<p class="wp-caption-text">A timidez pode ser consequente do receio de ser avaliado negativamente por parte dos outros.</p>
</div>
<p>A <strong>timidez</strong> é comum na maioria das crianças, tendo em conta certas circunstâncias em que manifestam maior ou menor vergonha, sendo esta atitude completamente natural ao seu desenvolvimento mental e afetivo.<br />
Esta característica pode ser uma tendência consequente do receio de ser avaliado negativamente por parte dos outros.</p>
<p>Muitos investigadores consideram que a falta de vivências sociais é uma das causas mais relevantes para a <strong>timidez</strong>. O isolamento social durante a infância perturba o desenvolvimento da expressão emocional.</p>
<p>A principais consequências negativas associadas à <strong>timidez</strong> prendem-se com a dificuldade em fazer e manter amizades, dificuldades de se defender, sendo frequentemente interpretada pelas outras crianças como sinal de indiferença e desinteresse, o que contribui para que sejam ignoradas ou excluídas.</p>
<p>Apesar das implicações emocionais para a criança, existem formas de minimizar o impacto.</p>
<div id="attachment_2332" class="wp-caption alignnone" style="width: 520px"><a href="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/26SET_ARTIGO_IMAGEM2.png"><img class="size-full wp-image-2332" alt="timidez curiosa idade" src="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/26SET_ARTIGO_IMAGEM2.png" width="510" height="383" /></a>
<p class="wp-caption-text">No ambiente familiar deve-se ter comportamentos extrovertidos.</p>
</div>
<p>É num ambiente familiar, onde a criança de sente mais confortável e relaxada que se devem proporcionar oportunidades que lhe confiram mais segurança e confiança de modo a reforçar positivamente o seu comportamento, exprimindo-se livremente, tanto por palavras como por atos.</p>
<p>No contexto escolar é, também, fundamental o papel dos <a href="http://curiosaidade.pt/educacao/" target="_blank">educadores</a> neste processo, através do incentivo e estímulo à participação sempre que a criança seja capaz de o fazer.</p>
<p>A aprendizagem social, nomeadamente mediante a observação de modelos é outros dos fatores de êxito. Se os pais apresentarem comportamentos extrovertidos, as crianças mais facilmente poderão interiorizar este tipo de comportamento. O contrário também acontece, ou seja, pais tímidos e pouco sociáveis poderão potenciar o desenvolvimento de condutas tímidas nos filhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Atividades Extra Curriculares – Curiosa Idade</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Sep 2013 21:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Dias Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividades]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Todas estas práticas são importantes ao desenvolvimento e formação da personalidade de uma criança, representando grandes vantagens para o seu crescimento. Na maioria dos casos, quando os pais inscrevem as suas crianças numa disciplina de natação pretendem com isso, que os seus filhos se adaptem ao meio aquático e aprendam a nadar, porém os benefícios...</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>
<p>No Curiosa Idade desenvolvem-se ao longo do ano atividades extra curriculares. Este ano letivo as atividades que irão iniciar são: Natação, Judo, Invento Musical, Dança e Baby Yoga.</h2>
<p>Todas estas práticas são importantes ao desenvolvimento e formação da personalidade de uma criança, representando grandes vantagens para o seu crescimento.</p>
<h2>Natação</h2>
<p>Na maioria dos casos, quando os pais inscrevem as suas crianças numa disciplina de natação pretendem com isso, que os seus filhos se adaptem ao meio aquático e aprendam a nadar, porém os benefícios desta modalidade vão muito para além do saber nadar.</p>
<p>Com esta prática a criança melhora a capacidade cardiorrespiratória, a coordenação, o equilíbrio, a agilidade, a força e a velocidade. Desenvolve também habilidades psicomotoras, perceção tátil, auditiva e visual, noção espacial, temporal e de ritmo.</p>
<p>A sociabilidade e autoconfiança são características assumidas com esta prática.</p>
<div id="attachment_2309" class="wp-caption alignnone" style="width: 522px"><a href="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/artigo_natacao.png"><img class="size-full wp-image-2309" alt="atividades curiosa idade" src="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/artigo_natacao.png" width="512" height="382" /></a>
<p class="wp-caption-text">A natação vai muito para além do saber nadar.</p>
</div>
<h2>Judo</h2>
<p>O judo é uma arte marcial sustentada em princípios e filosofias verdadeiras e essenciais. Respeita os valores e as exigências provenientes do campo educativo e das pedagogias corporais. Esta prática, na educação infantil, restringe-se apenas a uma atividade bem orientada, recreativo-educacional, pois a resistência e estrutura óssea e muscular que uma criança possui ainda é fraca.</p>
<p>O judo contribui para o controlo muscular, aperfeiçoamento do reflexo e desenvolvimento do raciocínio. O equilíbrio mental e o reforço do caráter e da moral são outros dos fatores positivos do judo na educação infantil.</p>
<div id="attachment_2310" class="wp-caption alignnone" style="width: 520px"><a href="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/artigo_judo.png"><img class="size-full wp-image-2310" alt="atividades curiosa idade" src="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/artigo_judo.png" width="510" height="382" /></a>
<p class="wp-caption-text">O judo contribui para o equilíbrio mental e o reforço do caráter.</p>
</div>
<h2>Invento Musical</h2>
<p>A música contribui para um ambiente sensorial rico.<br />
Basta escutar uma música para fazer conexões sensoriais e o maior impacto sobre as crianças verifica-se quando estas participam ativamente nas atividades musicais.</p>
<p>Em termos sociais, a música incentiva a autoexpressão, o jogo cooperativo, a criatividade, o bem-estar emocional e o desenvolvimento da comunicação social.<br />
As crianças envolvidas com a música convivem melhor com seus colegas, têm boa autoestima e são mais tolerantes.<br />
O imaginário que a música proporciona estimula a criatividade das crianças.</p>
<div id="attachment_2311" class="wp-caption alignnone" style="width: 520px"><a href="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/artigo_invento_musical.png"><img class="size-full wp-image-2311" alt="atividades curiosa idade" src="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/artigo_invento_musical.png" width="510" height="384" /></a>
<p class="wp-caption-text">A música incentiva a autoexpressão.</p>
</div>
<h2>Dança</h2>
<p>A dança na educação infantil, deixou de ser apenas uma manifestação artística ou um divertimento. Estimula e desenvolve capacidades positivas na criança que a irão acompanhar ao longo da vida.</p>
<p>Através dos movimentos, a criança desenvolve a coordenação motora, postura, flexibilidade, noção de espaço, fortalece a musculatura e adquire maior consciência corporal. Além disso melhora a integração social, a musicalidade e o ritmo.</p>
<div id="attachment_2347" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/IMG_2023_a.jpg"><img class="size-full wp-image-2347 " alt="Dança" src="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/IMG_2023_a.jpg" width="500" height="345" /></a>
<p class="wp-caption-text">Dança no Curiosa Idade</p>
</div>
<h2>Baby Yoga</h2>
<p>O Babyoga resulta de uma mistura entre a adaptação de posturas do yoga clássico aos bebés, com a prática de movimentos desenvolvidos para estimular a integração sensorial do bebé. Estas aulas centram-se essencialmente no desenvolvimento psicomotor e emocional das crianças.</p>
<p>O Babyoga promove um estímulo multissensorial para os bebés pois junta o toque, o movimento, o som e o contacto visual na mesma atividade tornando-a numa experiência rica para os bebés. É também uma excelente forma de ajudar a equilibrar o tempo que atualmente os bebés passam nas cadeiras, nos carros, nos parques ou nos andarilhos.</p>
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		<title>Adaptação à Creche ou Jardim de Infância</title>
		<link>https://curiosaidade.pt/adaptacao-a-creche-jardim-de-infancia/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Sep 2013 14:06:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Dias Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quando os pais colocam o seu filho numa Creche ou Jardim de Infância são portadores de vários receios e de imensas dúvidas: Será que o meu filho vai ficar bem? Será que lhe vão dar a devida atenção? Será que o vão mimar? Será…? Será…? Existem demasiadas dúvidas que perturbam muito os pais, principalmente nos primeiros dias....</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Caloiros na Escola</h2>
<h2>
<p><strong>Uma das principais preocupações dos Pais em relação à iniciação da Creche ou Jardim de Infância dos seus filhos é a Adaptação.</strong></h2>
<p>Quando os pais colocam o seu filho numa <strong>Creche ou Jardim de Infância</strong> são portadores de vários receios e de imensas dúvidas:</p>
<ul>
<li>Será que o meu filho vai ficar bem?</li>
<li>Será que lhe vão dar a devida atenção?</li>
<li>Será que o vão mimar?</li>
<li>Será…? Será…?</li>
</ul>
<p>Existem demasiadas dúvidas que perturbam muito os pais, principalmente nos primeiros dias.<br />
Todas estas dúvidas e inquietações, que tanto atormentam os pais, são compreensíveis e legítimas, pois vão deixar os seus pequenos “tesouros” com pessoas que lhes são estranhas; no entanto sem se aperceberem os pais são os principais transmissores de ansiedade e angústia para as crianças.</p>
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<h2>Vou para a escolinha e agora?</h2>
<p>As crianças são imprevisíveis. Podem mudar de comportamento e de atitudes de um momento para o outro, principalmente se, de repente, se vêm num ambiente diferente daquele a que estão habituadas.</p>
<p>A ida para a <strong>Creche ou Jardim de Infância</strong>, e a consequente reação a essa mudança da rotina diária, é uma lotaria que os pais têm de enfrentar. Sem medos, pois eles não têm razão de ser.<br />
Quando as crianças se deparam com uma nova realidade podem agir de variadas formas. É sabido que no primeiro dia em que entram num infantário os choros e gritos são esperados. Mas e quando essas manifestações surgem semanas depois do primeiro dia? Não se preocupe. É também normal e esse comportamento que não se trata de forma alguma das chamadas «birras» não deve levantar qualquer tipo de alarmismo.</p>
<p>A rejeição das crianças a um novo ambiente pode surgir em qualquer altura, mesmo ao fim de um determinado período de tempo, em que os pais pensam que a habituação do seu filho já está mais que ultrapassada. Até porque «a novidade pode ser motivo de interesse para qualquer criança». Isto é, encontrarem-se num espaço novo, com caras diferentes das que habitualmente vêm, aliado a todo um conjunto de possíveis brinquedos e distrações que desconheciam, pode despertar a curiosidade das crianças para a descoberta, para explorar todo um novo mundo que se abre diante dos seus olhos. Desta forma, é provável que demonstrem um sentimento de conforto e até alegria por esta fase diferente que inicia na vida. Um sentimento que, por vezes, dura apenas até que a novidade deixe de o ser.</p>
<p>«Há crianças que são muito curiosas e gostam de explorar coisas novas, mas quando o <strong><a href="http://curiosaidade.pt/espacos/" target="_blank">espaço</a></strong> deixa de ser novidade e percebem que estão &#8216;sozinhas&#8217;, no meio de outras crianças e de adultos que não os pais, mostram-se desconfortáveis», refere Sofia Silvério, psicóloga do Núcleo de Psicologia do Estoril. E acrescenta: «Em alguns casos, a criança parece adaptada ao local e aos colegas, mostra-se interessada e participativa nas atividades, mas, de repente, muda o seu comportamento, isolando-se, chorando quando vê os pais e recusando participar nas tarefas».</p>
<p>Quando esta atitude é adotada pela criança, a psicóloga não tem dúvidas em dizer aos pais para não se deixarem enganar, já que, «na maioria das vezes, é apenas uma tentativa da criança &#8216;tentar a sua sorte&#8217; e voltar para casa, para junto do conforto dos pais».</p>
<p>Em média, considera-se que, durante os primeiros dois meses, a criança está em fase de <strong>adaptação</strong> à escola e às novas realidades. No entanto, cada criança é uma individualidade própria e o ajuste diário de emoções é sempre diferente, pelo que a instabilidade emocional faz parte da habituação da criança a qualquer meio estranho. Aconselha-se os pais a, já que não podem estar presentes fisicamente, manterem o contacto permanente com a escola, para se aperceberem das mudanças ocorridas na criança para que se colmatem as diferenças.</p>
<p>É geralmente conhecido que os bebés se adaptam com mais facilidade a tudo o que é novo, como novas situações e ambientes. A rejeição &#8216;tardia&#8217; a um novo ambiente é mais comum nas crianças com mais de 18 meses, pois já têm maior memorização e uma conceção individualista da realidade. Nos bebés de colo, a situação não é tão recorrente, uma vez que nestas idades as crianças estão ainda alheadas da realidade, não tendo perfeita noção do que as rodeia. Pelo que, quanto mais cedo a criança entrar para a creche, mais fácil será a sua <strong>adaptação</strong>, apesar de ser uma fase mais complicada para os pais, porque os seus pequenotes são demasiado indefesos.</p>
<p>Nesta fase inicial da vida de uma criança, principalmente quando vai para a Creche, há sempre um adulto na sala com quem a criança irá criar laços afetivos mais fortes e intensos, a esta situação, chama-se Vinculação. Esta Vinculação vai dar trazer à criança uma maior segurança, que vai fazer com que esta se sinta protegida e consiga então, transmitir aos pais que está bem, serena e tranquila sempre que vai para a creche.</p>
<div id="attachment_2257" class="wp-caption alignnone" style="width: 520px"><a href="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/15SET_IMA_ART3.png"><img class="size-full wp-image-2257" alt="adaptacao creche" src="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/15SET_IMA_ART3.png" width="510" height="383" /></a>
<p class="wp-caption-text">Objetos transacionais (boneco, fralda de pano, etc.), são usados pela criança como um suporte na conquista da autonomia.</p>
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<p>É também importante referir que se a criança tiver algum objeto que a acompanha sempre (boneco, fralda de pano, etc.) é importante que esse objeto venha sempre com a criança, pois é chamado de Objeto de Transição. Estes objetos designados por <em>Winnicott</em>, por objetos transacionais, são usados pela criança como um suporte na conquista da autonomia, uma vez que são uma espécie de substituto materno e permitem à criança organizar-se na ausência das figuras de referência. As crianças ao se sentirem sozinhas na cama, por exemplo, na creche ou jardim de infância, usam esses objetos para se sentirem mais confiantes.</p>
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<h2>Pais importantes</h2>
<p>Os pais desempenham um «papel fundamental na forma como os filhos reagem às mais variadas situações do dia a dia. E o mais importante é não cederem à tentação de compensar o tempo em que deixaram o filho num ambiente que não o familiar. Esta compensação é nefasta para os pais, porque estimula o sentimento de culpa, e para os filhos, uma vez que dificulta a sua <strong>adaptação</strong> e não estimula a autonomia e independência, pois desejam perpetuar esses momentos junto dos pais.</p>
<p>A confiança no infantário é, então fundamental: os pais não devem mostrar a sua ansiedade por &#8216;largarem&#8217; os filhos numa <strong>Creche ou Jardim de Infância</strong>, uma vez que se os estão a deixar naquele local foi porque, após uma longa procura, o elegeram como um local de confiança para cuidarem e educarem as suas crianças.</p>
<p>Aqueles pais que não podem ouvir os filhos chorar, ou vê-los um pouco menos contentes, há que lembrar que na vida de uma criança há sempre «os períodos em que está a chorar e os períodos em que está a sorrir. É algo inevitável, que nem o pai mais dedicado e preocupado consegue afastar do crescimento do seu filho. A única coisa que esse pai dedicado e preocupado consegue, pode e deve fazer é, agir de forma a garantir que os períodos dominados pelos sorrisos se prolonguem, superando os choros e os momentos menos felizes.</p>
<p>A firmeza dos pais tem um papel extremamente importante nesta hora e chega um momento em que as crianças percebem que o mundo é algo mais que uma mera continuidade de si próprios e, nesta linha de ideias, têm de aprender que aquelas duas pessoas, para além de serem os pais que o adoram, são também duas pessoas com outras coisas suas para ser e fazer. Assim sendo…</p>
<div id="attachment_2273" class="wp-caption alignnone" style="width: 520px"><a href="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/15SET_IMA_ART.png"><img class="size-full wp-image-2273" alt="adaptacao jardim infancia" src="http://curiosaidade.pt/wp-content/uploads/2013/09/15SET_IMA_ART.png" width="510" height="382" /></a>
<p class="wp-caption-text">“Eu aprenderei que posso brincar e divertir-me descansado.”</p>
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<p>“Quando eu perceber que os meus pais, voltam sempre para me vir buscar, eu aprenderei que posso brincar e divertir-me descansado enquanto eles aqui não estão. Porque sei que sou amado tanto em casa como na minha escolinha.” Assim a criança vai adquirindo segurança e estabilidade.</p>
<p>Quando o seu filho fizer uma “birra” a dizer que não quer ir para a Creche ou Jardim de Infância, poderá estar apenas a querer testar os pais para ver se consegue fazer com que estes cedam, e assim atingir os seus objetivos, de fazer apenas o que deseja. Perante esta situação os pais, por muito que lhes custe, devem dar um mimo à criança, dizer-lhe que ela tem de ficar, porque os pais a vão buscar, e devem sair da <strong>Creche ou Jardim de Infância</strong> sem dar demasiada importância à “birra”, apesar de ser muito complicado para os pais, este comportamento é o mais adequado.</p>
<p>Por muito que custe, não prolongue a despedida além do tempo necessário. É mais difícil para a criança e para si, que notam a tristeza de ambas. Com o tempo será mais fácil. Na larga maioria dos casos, mesmo com alguma dificuldade em descolar dos pais (ou com viagens chorosas de casa para a escola), as crianças gostam da escola e, mal os pais saem, ficam bem e mudam a “ agulha”, passando a sentir-se no seu espaço de crescimento.</p>
<p>Quando elas perceberem o mundo que têm para descobrir dentro da sala, nem vão querer de lá sair, mas é preciso lhes dar tempo para que o consigam perceber.</p>
<p>As pessoas que as acolhem e passam o dia com elas, são profissionais qualificados e com formação, sabem o que fazer e porque o fazem. Não se preocupe, porque ele fica em boas mãos. Se tiverem dúvidas ou não se sentirem seguros, não hesitem em marcar um atendimento com as técnicas responsáveis e transmitam-lhes como se sentem. Elas são as melhores pessoas para os apaziguar e esclarecer qualquer dúvida que persista.</p>
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